Advogado tradicional que tem MEDO do digital… veja isso!

Por que resistir ao marketing digital pode estar te afastando dos clientes ideais e como começar com segurança e ética. O medo do novo está te deixando invisível Segundo a pesquisa “Digital 2024: Brazil” da We Are Social em parceria com a Meltwater, o Brasil tem mais de 181 milhões de usuários ativos nas redes sociais — isso representa 84,2% da população conectada. E sim, esses usuários buscam tudo por lá: desde receita de bolo até um advogado especializado. O problema é que muitos advogados experientes, com sólida reputação no offline, ainda resistem ao digital por medo: de parecerem antiéticos, de se expor demais, de “não saber o que pode”. Mas o que está em jogo não é só a presença digital. É a relevância no mercado atual. Os 5 principais medos que afastam o advogado do digital — e por que você pode (e deve) superá-los 1. Medo de ferir as regras da OAB Esse é o mais comum. E compreensível. Mas o Provimento 205/2021 trouxe clareza e liberdade controlada para a atuação digital. Pode sim usar redes sociais, gravar vídeos, escrever artigos. Só é preciso saber como. 2. Medo de se expor demais Muitos confundem presença com exposição. Estar no digital não significa abrir sua vida pessoal, mas sim posicionar sua autoridade com ética e sobriedade. 3. Medo de não saber o que postar Esse medo vem da falta de estratégia. Com um plano de conteúdo bem feito, você não precisa improvisar. Basta seguir uma narrativa clara e profissional. 4. Medo de parecer “marketeiro” Na advocacia, há ainda um certo preconceito com quem se comunica bem. Mas conteúdo de valor não é propaganda: é serviço público, é educação. 5. Medo de não ter tempo Presença digital não precisa ser exaustiva. Com consistência, inteligência e técnica, é possível manter um posicionamento sólido com vários conteúdos por semana em menos tempo. O que o advogado tradicional perde ao evitar o digital? Por onde começar, com segurança e sem exageros Quem resiste ao digital, entrega espaço para quem não tem sua experiência Não é sobre virar influencer. É sobre garantir que sua autoridade também seja reconhecida online. Você construiu sua reputação com estudo, ética e entrega. Agora, é hora de mostrar isso para quem está no digital, de forma estratégica e segura. Conheça a LegalHub Content Na LegalHub Content, ajudamos advogados tradicionais a ocuparem o espaço que merecem no digital — com linguagem alinhada à OAB, conteúdo de valor e posicionamento estratégico. Não é sobre aparecer por aparecer. É sobre ser encontrado por quem precisa de você.

Por que advogado que só posta frase motivacional não vende?

Entenda porque esse tipo de conteúdo não constrói autoridade e o que fazer para atrair clientes com conteúdo estratégico.por Karen Piasentim Curtidas não pagam boletos — nem enchem a agenda. Segundo o relatório “Social Media Trends 2023” da Rock Content, 83% das empresas que investem em conteúdo para redes sociais têm como principal objetivo atrair novos clientes. Mas, entre os profissionais liberais, incluindo advogados, uma prática comum tem comprometido esse resultado: o uso excessivo de frases motivacionais como principal forma de publicação. A intenção é boa: inspirar, gerar identificação, preencher o feed. Mas o problema é que isso não constrói autoridade jurídica, nem leva o público à ação. E pior: passa a impressão de que o profissional não tem conteúdo próprio, nem posicionamento definido. O problema de depender apenas da “inspiração” Advogado não é coach. Escritório de advocacia não é página de autoajuda. E, embora motivação tenha seu espaço, ela não pode ocupar o lugar da entrega de valor. Quando o conteúdo gira em torno de frases soltas como “acredite nos seus sonhos” ou “você é maior do que seus problemas”, o perfil pode até crescer em seguidores… mas não em autoridade. Como esse tipo de conteúdo prejudica sua imagem profissional E o que publicar no lugar das frases genéricas? 1. Microdicas práticas com base na sua especialidade Exemplo: “3 documentos que você precisa para abrir inventário” ou “Quando o plano de saúde pode negar exame?”. 2. Conteúdo de bastidor com contexto humano Conte como você orienta um cliente ou prepara uma audiência. Humaniza e educa. 3. Explicações curtas de termos jurídicos “Você sabe o que é tutela antecipada?” — E na sequência, uma explicação didática. 4. Mitos e verdades sobre direitos “Meu marido me traiu, vou ficar com tudo no divórcio?” Mito ou verdade? Esclareça com técnica e empatia. 5. Alertas jurídicos com tom de utilidade pública “Cuidado: Novo golpe usa dados de ações judiciais para aplicar fraude.” Isso gera valor e posiciona. Fechamento: autoridade não se constrói com frases prontas Se você quer ser lembrado como referência, precisa educar, esclarecer, se posicionar. A frase de impacto pode até chamar atenção — mas o que faz um cliente entrar em contato é a confiança no seu conhecimento. Quem só motiva, entretém. Quem orienta, converte. Conheça a LegalHub Content Na LegalHub Content, ajudamos advogados a criarem conteúdo estratégico, com técnica, criatividade e autoridade. Nada de feed genérico — aqui, cada publicação é pensada para gerar valor e atrair o cliente certo. Pare de inspirar sem direcionar. Comece a comunicar com propósito.

Advogado: seu escritório comete ESSE erro e não sabe por que não converte…

Veja o que está sabotando sua presença digital e o que fazer para transformar conteúdo em cliente.por Karen Piasentim Publica todo dia e mesmo assim nada muda? Se o seu escritório já está no Instagram, posta com frequência, até recebe elogios pelo visual… mas os clientes não aparecem — tem alguma coisa errada. E na maioria das vezes, não é o algoritmo. É a falta de estratégia. De acordo com o relatório da HubSpot (State of Marketing Report, 2023), apenas 28% das empresas afirmam que seus esforços em conteúdo geram resultados consistentes. O restante posta, investe tempo e energia, mas sem retorno visível. No universo jurídico, isso se agrava pela falta de direcionamento e pela linguagem técnica demais. Existe um erro silencioso que muitos advogados cometem ao produzir conteúdo jurídico. Um erro que não dá problema com a OAB, mas sabota completamente os resultados: falar com quem já é colega de profissão, em vez de com quem pode contratar o serviço. O erro: comunicar-se como especialista para especialistas Isso acontece quando o advogado escreve pensando nos pares — e não nos possíveis clientes. ❌ Usa termos técnicos demais; ❌ Faz postagens que impressionam juristas, mas não resolvem dúvidas reais; ❌ Cria conteúdos informativos, mas sem conexão com a dor do público. Resultado? O conteúdo não gera identificação, não responde perguntas e não move ninguém à ação. Fica bonito… e vazio de resultados. Como saber se você está caindo nesse erro? Se a resposta for “sim” para duas ou mais perguntas, o seu posicionamento está desalinhado com o público certo. 4 formas de corrigir agora e atrair clientes reais 1. Use perguntas que o seu cliente faria no Google Transforme as dúvidas recorrentes do público em posts. Ex: “Posso perder a guarda se sair do país?”, “Meu plano de saúde pode negar tratamento?” 2. Traduza o juridiquês com empatia Evite siglas e expressões técnicas. Em vez de “relação consumerista”, use “relação entre cliente e empresa”. 3. Comece seus posts com frases que gerem identificação Frases como “Se você está passando por isso…” ou “Já aconteceu de…” criam conexão emocional imediata. 4. Mostre bastidores que humanizem sua atuação Fale sobre como você prepara uma audiência, como organiza um processo ou como acolhe um cliente. Isso constrói confiança. Quem fala certo, conecta. Quem conecta, converte. Presença digital não é sobre quantidade de postagens. É sobre clareza na comunicação. Quando você muda a lente e passa a falar com quem precisa de ajuda jurídica — e não com quem já entende do assunto — tudo muda: o conteúdo gera engajamento, o perfil ganha autoridade e os clientes certos começam a aparecer. Conheça a LegalHub Content Se você quer transformar sua presença digital em ferramenta de conexão e conversão, a LegalHub Content é a parceira ideal. Ajudamos escritórios a alinhar discurso, identidade e estratégia para atrair o público certo com conteúdo que faz sentido. Quer postar menos e converter mais? Vamos juntos.

Advogado pode fazer ISSO na internet e a maioria não sabe

Veja quais estratégias são permitidas no marketing jurídico segundo a OAB — e aproveite oportunidades que seus concorrentes estão perdendo.por Karen Piasentim Enquanto uns evitam o digital por medo, outros crescem com base na regra Muita gente ainda acha que marketing jurídico é cheio de “não pode”. E por isso, escolhe não fazer nada. Mas o Provimento 205/2021 da OAB não foi criado para proibir. Ele existe para orientar. E quem estuda, entende e aplica, sai na frente — com segurança, estratégia e resultados reais. Sim, há muito que pode ser feito. E neste artigo você vai ver exatamente o que é permitido, com dicas práticas que você pode começar a aplicar hoje mesmo. 5 ações 100% permitidas pela OAB que poucos advogados estão explorando (e deveriam) 1. Criar séries de vídeos educativos com linguagem acessível Pode sim gravar vídeos! Desde que tenham caráter informativo e linguagem clara. Uma série de vídeos no Instagram ou YouTube sobre “direitos do trabalhador” ou “o que é inventário” é totalmente permitida e altamente valorizada pelo público. Dica prática: defina um tema por semana e grave vídeos curtos (até 45 segundos) explicando conceitos. Use uma vinheta sóbria, fundo neutro e fale de forma didática, sem ‘juridiquês’. 2. Usar o Google Perfil da Empresa (antigo Google Meu Negócio) Sim, você pode ter seu escritório no Google! Ter um perfil completo e bem alimentado com telefone, endereço, site, fotos do escritório e atualizações semanais é uma forma legítima de presença digital. Dica prática: ative seu perfil hoje mesmo, adicione todas as informações e publique pelo menos uma atualização por semana com um post educativo. 3. Fazer lives com especialistas de outras áreas (não jurídicas) A OAB permite colaboração interprofissional para fins informativos. Ou seja, um advogado pode fazer lives com psicólogos, médicos, engenheiros — desde que o foco seja educativo e sem viés comercial. Dica prática: organize uma live com um psicóloga para falar sobre “direitos do paciente no plano de saúde” ou com um contador sobre “regularização do MEI”. 4. Publicar artigos e análises jurídicas em plataformas digitais Artigos em blog ou no LinkedIn são formas inteligentes de mostrar autoridade. Textos opinativos, análises técnicas e esclarecimentos de dúvidas comuns ajudam a construir reputação. Dica prática: transforme perguntas frequentes de clientes em artigos semanais e otimize com palavras-chave jurídicas. 5. Impulsionar conteúdo informativo (e não serviços) A OAB permite o impulsionamento de publicações com caráter informativo. Ou seja, você pode usar o tráfego pago para distribuir um conteúdo que eduque — desde que não ofereça diretamente um serviço. Dica prática: promova um carrossel explicando “como funciona a pensão alimentícia” ao invés de um post dizendo “entre em contato para entrar com a ação”. Quem conhece a regra, joga melhor Não é verdade que a OAB não deixa fazer marketing. O que ela proíbe é o marketing agressivo, mercantilizado, que transforma a advocacia em produto. Mas o marketing educativo, estratégico e bem estruturado é não só permitido — como desejável. O que separa quem cresce de quem trava não é a proibição, é o conhecimento. Conheça a LegalHub Content Na LegalHub Content, transformamos as regras da OAB em estratégias de posicionamento. Sabemos como explorar todo o potencial do marketing jurídico sem ultrapassar nenhum limite ético. Se você quer crescer com segurança, criatividade e resultado, a hora é agora. Vamos juntos?

Escritório grande fazendo marketing de advogado solo… dá nisso!

Estratégias erradas de posicionamento digital estão sabotando grandes escritórios. Saiba como corrigir agora. O tamanho do escritório não garante autoridade digital É comum ver grandes bancas com estrutura, equipe e anos de mercado tentando aplicar no digital a mesma lógica de quem atua sozinho. Resultado? Um feed no Instagram totalmente institucional, sem alma, sem estratégia, sem conexão. Enquanto isso, o advogado solo, com conteúdo, um celular e consistência, vai ganhando espaço, atenção e clientes. O erro está no modelo mental ultrapassado: o de que o tamanho do escritório basta. Mas no digital, quem se comunica melhor — com estratégia, identidade e constância — é quem lidera. Por que o marketing jurídico precisa ser proporcional ao tamanho da banca? Porque o seu marketing é a vitrine da sua estrutura. Quando o discurso e a presença digital são pequenos demais para a grandeza do seu escritório, o efeito é o oposto da autoridade: gera desconfiança. Imagine uma empresa com 20 advogados postando cards genéricos e desatualizados. A primeira impressão do cliente não será de competência. Será de desorganização e amadorismo. 5 erros clássicos de escritórios grandes que usam estratégia de advogado solo 1. Marketing centrado em uma única pessoa (geralmente o sócio) Mesmo tendo equipe, o escritório gira em torno da imagem de um único advogado. Isso pode funcionar no curto prazo, mas limita o posicionamento da marca no longo prazo. 2. Conteúdo generalista, sem segmentação por área Escritórios multidisciplinares precisam comunicar as áreas com clareza. Falar de tudo ao mesmo tempo confunde o público e não posiciona ninguém. 3. Falta de estratégia visual e editorial profissional Artes genéricas, identidade desalinhada e conteúdo improvisado passam a sensação de “freelancer tocando rede social”. Não condiz com uma banca estruturada. 4. Ausência de protagonismo institucional Muitos escritórios têm cultura forte, resultados expressivos e atuação técnica de excelência, mas não mostram isso nas redes. Sem narrativa, não há reputação. 5. Falta de envolvimento da liderança com o posicionamento Sócios distantes da comunicação deixam o marketing sem direção. A consequência é um conteúdo que não representa a essência do escritório nem atrai os clientes certos. Como corrigir esse descompasso e posicionar o escritório como referência? Tamanho não sustenta reputação sem estratégia Escritórios de médio e grande porte têm tudo para liderar o mercado também no digital. Mas precisam abandonar o improviso e adotar uma postura profissional diante da comunicação. Quem trata marketing como vaidade, perde autoridade. Quem trata marketing como estratégia, ganha mercado. Conheça a LegalHub Content A LegalHub Content é especialista em posicionamento digital para bancas de médio e grande porte. Ajudamos seu escritório a se comunicar com autoridade, estratégia e sobriedade — sempre alinhado às diretrizes da OAB. Posicione sua estrutura no digital com o peso e a inteligência que ela merece.

Cliente me achou no Google antes do meu concorrente de 20 anos

Como o SEO jurídico pode colocar seu nome no topo das buscas, mesmo se você for novo no digital.por Karen Piasentim Não é sobre tempo de mercado. É sobre estratégia digital. Quando um cliente em potencial pesquisa por “advogado trabalhista em Belo Horizonte” no Google, ele não está procurando quem tem mais tempo de formação. Ele está procurando quem aparece primeiro. E se o seu nome está escondido na página 3, enquanto um colega recém-formado aparece no topo com site estruturado, perfil do Google atualizado e conteúdo estratégico… adivinha quem ele vai chamar? A resposta é simples: quem ele encontrou primeiro. O que é SEO jurídico (e por que você precisa entender isso urgente)? SEO é a sigla para Search Engine Optimization, ou Otimização para Motores de Busca. Na prática, significa preparar seu conteúdo, site e perfis para que eles apareçam nos primeiros resultados do Google quando alguém pesquisa por assuntos relacionados ao que você faz. SEO jurídico é a aplicação dessas técnicas de forma ética, educativa e alinhada com as normas da OAB. Por que estar no topo do Google é tão importante para advogados? Ou seja: estar bem posicionado no Google é como ter um outdoor 24h na avenida principal do digital. 5 pilares do SEO jurídico que fazem a diferença 1. Site otimizado com palavras-chave jurídicas Use termos que seu cliente pesquisaria: “como entrar com ação de alimentos”, “direitos do consumidor plano de saúde”, “advogado inventário São Paulo”. 2. Conteúdo de valor com constância Blog jurídico, artigos, perguntas e respostas. Quanto mais você ensina, mais você aparece. 3. Perfil no Google atualizado Muitos escritórios esquecem do Perfil de Empresa no Google. Ele é decisivo para buscas locais e aparece em destaque. Ter um perfil otimizado muda seu jogo. 4. Títulos e descrições pensadas para SEO Cada página do seu site deve ter um título estratégico, como “Advogado Previdenciário em Recife – Especialista em Aposentadoria”. 5. Relevância e experiência do usuário Sites responsivos, com boa velocidade e organização visual também são premiados pelo Google. Não basta ter conteúdo. Precisa ser bem apresentado. Mas SEO jurídico é permitido pela OAB? Sim! Desde que feito com foco educativo, informativo e com sobriedade. O Provimento 205/2021 da OAB permite a divulgação de conteúdo jurídico informativo. O que não pode é linguagem mercantilista, comparativa ou com promessa de resultado. Portanto, SEO é uma das ferramentas mais éticas e poderosas que o advogado pode usar hoje para ser encontrado. Não basta ser bom. É preciso ser visto. O cliente moderno não pede indicação para tudo. Ele pesquisa. Ele valida. Ele compara. E se você não aparece, você não entra no radar. Investir em SEO jurídico é garantir que sua autoridade, experiência e dedicação sejam vistas pelas pessoas certas, no momento certo. Conheça a LegalHub Content A LegalHub Content ajuda escritórios a aparecerem no Google com estratégia, ética e conteúdo de valor. Se você quer que seu próximo cliente encontre você no digital, comece pela base. Posicionamento no Google não é sorte. É estratégia.

Por que marketing de pizzaria NÃO funciona para advogado?

Entenda por que estratégias genéricas de marketing digital não funcionam no setor jurídico e o que fazer no lugar.por Karen Piasentim Não adianta querer vender consulta como quem vende fatia Você já deve ter ouvido por aí: “se deu certo para a pizzaria, vai dar certo para o meu escritório também”. Mas o que funciona para uma pizzaria pode ser desastroso para um advogado. No marketing jurídico, a abordagem é outra. E tentar replicar estratégias de varejo é o atalho mais rápido para o erro ético, a perda de credibilidade e, claro, a ineficiência total da comunicação. Sim, a advocacia pode (e deve) usar o marketing digital. Mas não qualquer marketing. Marketing jurídico não é marketing de pizza. Qual o problema de copiar o marketing de outros setores? No varejo, o objetivo é vender. No direito, o objetivo é orientar, informar e gerar confiança. A relação entre advogado e cliente é baseada em autoridade, ética e confidencialidade. Já pensou em um advogado dizendo “chama no zap pra garantir sua promoção”? Pois é… Essa distorção ocorre porque muitos profissionais ainda não compreendem a natureza específica do marketing jurídico, que é regulado por normas próprias e exige uma abordagem que eduque antes de converter. O que o marketing jurídico precisa ter? De acordo com o Provimento 205/2021 da OAB, é permitido ao advogado: Mas é proibido: Logo, estratégias de marketing genéricas simplesmente não funcionam na advocacia. Elas não geram autoridade e ainda podem colocar você em risco com a própria OAB. 5 erros clássicos de quem tenta fazer marketing jurídico como marketing de pizza O que fazer no lugar? Marketing jurídico de verdade é aquele que: Segundo a pesquisa do Conselho Federal da OAB de 2023, a maioria dos processos ético-disciplinares relacionados ao marketing jurídico envolvem linguagem mercantilista e chamadas inadequadas. Ou seja: não se trata de não fazer marketing. Trata-se de fazer da forma certa. O que você ganha com marketing jurídico inteligente? Conheça a LegalHub Content Aqui, o seu conteúdo não é tratado como produto. É tratado como estratégia. A LegalHub Content é especialista em marketing jurídico e sabe exatamente como posicionar seu escritório no digital com profissionalismo, ética e resultados reais. Chega de copiar pizzaria. Seu escritório merece estratégia.

Descobrimos porque escritório tradicional perde cliente para advogado iniciante!

Mesmo com anos de experiência, muitos escritórios perdem espaço para advogados jovens e digitais. Veja o motivo e como reverter esse jogo.por Karen Piasentim Quando a experiência não basta mais Durante anos, o prestígio bastava. Um bom nome no mercado, indicações, relações construídas ao longo de décadas. Muitos escritórios de advocacia cresceram assim: com base na reputação, na tradição e na qualidade técnica. E, à primeira vista, não parece haver nada de errado nisso. Mas algo mudou. Hoje, escritórios consolidados perdem clientes para advogados recém-formados que dominam o Instagram, aparecem no Google, e criam conexão com seu público em vídeos de 30 segundos. E a pergunta é: como isso está acontecendo? O mundo jurídico também virou digital Segundo pesquisa da FGV Direito SP (2022), mais de 62% dos escritórios de pequeno e médio porte identificaram a necessidade de fortalecer a presença digital como prioridade estratégica para os próximos 5 anos. No mesmo estudo, apenas 23% dos escritórios afirmaram ter uma estratégia digital estruturada. Isso significa que, na prática, a maioria está presente, mas não posicionada. Do outro lado, uma nova geração de advogados compreende o jogo: sabe que autoridade no digital não depende apenas de tempo de experiência, mas de comunicação eficaz, posicionamento e constância. 5 fatores que explicam essa virada de jogo 1. O cliente mudou (e onde ele busca também) O novo consumidor jurídico pesquisa no Google, valida no Instagram, verifica reputação no LinkedIn e decide sem agendar uma reunião. A influência digital está moldando a escolha de serviços jurídicos. De acordo com a ABA TechReport (American Bar Association, 2023), 57% dos clientes americanos com até 45 anos afirmam que o perfil digital de um advogado influencia diretamente na escolha do profissional. Esse comportamento está em rápida expansão no Brasil. 2. Advogado iniciante fala a língua do cliente Sem juridiquês, sem discursos frios. O advogado digital sabe traduzir a dor em linguagem simples, clara, com empatia. Constrói autoridade sem parecer inalcançável. 3. Presença versus posicionamento Estar nas redes é diferente de saber o que, como e porque postar. Escritórios tradicionais, muitas vezes, mantêm perfis desatualizados, institucionais demais ou sem estratégia. Já o Advogado com Conteúdo segue uma narrativa clara: fala de um problema, mostra um caminho, entrega valor. 4. Falta de tempo, não de capacidade Muitos sócios não se envolvem com a presença digital do escritório por falta de tempo ou por não entenderem a dinâmica das plataformas. Resultado: delegam para agências genéricas ou ignoram o assunto. E perdem espaço. 5. Medo da OAB ainda trava muitos escritórios Mesmo com o Provimento 205/2021 trazendo mais clareza sobre o que pode ser feito no marketing jurídico, muitos profissionais ainda operam no medo: evitam aparecer, não falam de temas importantes e deixam de construir uma narrativa de autoridade. A experiência precisa de voz, não de silêncio Ter história, referências e ética é essencial — mas tudo isso precisa ser comunicado. Ninguém vai saber do seu legado se ele não estiver bem posicionado online. O silêncio digital se tornou uma ausência estratégica. A autoridade do offline precisa ser traduzida para o online. E isso se faz com: Como reverter esse jogo agora O digital não está substituindo a tradição. Ele está potencializando quem sabe usar a sua história com estratégia. Escritórios experientes têm um ativo poderoso: reputação. E a reputação, quando bem comunicada, gera confiança, autoridade e crescimento. A hora de virar o jogo é agora. Esperar mais pode custar mais espaço e mais contratos. A LegalHub Content pode ser sua voz no digital A LegalHub Content é especializada em transformar a expertise de escritórios tradicionais em uma presença digital estratégica, segura e respeitada. Aqui, o seu legado encontra linguagem, visibilidade e resultado. Vamos conversar? Seu escritório já tem história. Falta apenas contar essa história no lugar certo, do jeito certo.

A OAB ODEIA quando advogado faz isso no Instagram

O erro mais comum que pode colocar sua advocacia na mira da OAB e como evitá-lo com marketing jurídico inteligente.por Karen Piasentim O risco de ser bem-intencionado… e mesmo assim estar errado Imagine um advogado apaixonado pelo que faz, com anos de experiência, um histórico impecável na OAB e uma missão nobre: democratizar o acesso à informação jurídica nas redes sociais. A intenção é boa. O que poderia dar errado? Resposta curta: tudo. A cada dia, cresce o número de advogados e escritórios que tentam usar o Instagram como ponte entre seu serviço e o cidadão comum. E isso é, sim, positivo. Mas é também terreno minado. Porque um erro de linguagem, uma chamada apelativa, uma promessa mal formulada — e pronto: você não está mais promovendo educação jurídica. Está infringindo o Provimento 205/2021 da OAB e pode responder por captação indevida de clientela. E sabe o que é pior? A maioria dos profissionais nem sabe que está fazendo errado. Por que esse tema é urgente? O marketing jurídico, segundo o Conselho Federal da OAB, é permitido desde que não mercantilize a profissão nem induza à contratação direta. Mas o que isso significa na prática? Significa que certos ganchos comuns no marketing digital — como “me chame agora no direct” ou “tem direito? Fale comigo!” — às vezes passam do limite. Significa que é possível fazer marketing, mas com sobriedade, clareza, função educativa e promoção da maneira certa. A LegalHub Content, agência especializada em Marketing Jurídico, analisou os principais erros que advogados cometem no Instagram e reuniu aqui os 5 mais comuns: 1. Usar frases persuasivas que incentivam a contratação “Garanta seus direitos”, “Me chame agora”, “Entre com ação hoje”. Essas expressões, comuns no marketing de varejo, não podem ser usadas exatamente assim na advocacia. Elas induzem à ação direta e se enquadram como captação de clientela e mercantilização da profissão. Segundo o Art. 3º do Provimento 205/2021: Art. 3º A publicidade profissional deve ter caráter meramente informativo e primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão. 2. Prometer resultados ou usar casos concretos Postar decisões favoráveis ou dizer que “ganhou uma causa” é considerado autopromoção. Além de violar o código de ética, pode gerar uma expectativa errada no público. No direito, cada caso é único e tem suas particularidades. 3. Usar memes e tom jocoso Por mais que aumentem o alcance, memes que envolvem o exercício da advocacia podem ser considerados ofensivos ou desrespeitosos à dignidade da profissão. A OAB veda expressamente esse tipo de abordagem. Mas, é totalmente possível fazer marketing profissional e oferecer entretenimento à audiência. E tem técnica para isso. 4. Impulsionar posts de serviços jurídicos O Provimento 205 permite o impulsionamento de conteúdo educativo, mas veda promoção de serviços. O erro está em colocar dinheiro em posts que falam diretamente da sua atuação como advogado. 5. Misturar pessoal e profissional sem critério A exposição de bens, viagens e estilo de vida pode ser interpretada como ostentação vinculada à advocacia. Não há problema em ser humano e real, mas é preciso separar narrativas e respeitar o tom de sobriedade. Mitos sobre marketing jurídico que você precisa esquecer O que você ganha ao fazer do jeito certo? O que fica? No mundo jurídico, a palavra certa tem peso. E no digital, a forma como ela é apresentada pode definir se você será reconhecido como referência ou rotulado como antiético. Por isso, evite atalhos. Não trate sua presença digital como um improviso. E, acima de tudo, lembre-se: marketing jurídico não é sobre vender serviços, é sobre construir valor e reputação. Conheça a LegalHub Content Se você quer fazer marketing jurídico do jeito certo, com autoridade, estratégia e em total conformidade com a OAB, a LegalHub Content é o seu Hub. Especialistas em conectar escritórios ao digital com conteúdo inteligente, claro e seguro. Seu próximo cliente pode estar online agora mesmo. O que falta é você se posicionar como referência. Vamos juntos?