Advogado tradicional que tem MEDO do digital… veja isso!

Por que resistir ao marketing digital pode estar te afastando dos clientes ideais e como começar com segurança e ética. O medo do novo está te deixando invisível Segundo a pesquisa “Digital 2024: Brazil” da We Are Social em parceria com a Meltwater, o Brasil tem mais de 181 milhões de usuários ativos nas redes sociais — isso representa 84,2% da população conectada. E sim, esses usuários buscam tudo por lá: desde receita de bolo até um advogado especializado. O problema é que muitos advogados experientes, com sólida reputação no offline, ainda resistem ao digital por medo: de parecerem antiéticos, de se expor demais, de “não saber o que pode”. Mas o que está em jogo não é só a presença digital. É a relevância no mercado atual. Os 5 principais medos que afastam o advogado do digital — e por que você pode (e deve) superá-los 1. Medo de ferir as regras da OAB Esse é o mais comum. E compreensível. Mas o Provimento 205/2021 trouxe clareza e liberdade controlada para a atuação digital. Pode sim usar redes sociais, gravar vídeos, escrever artigos. Só é preciso saber como. 2. Medo de se expor demais Muitos confundem presença com exposição. Estar no digital não significa abrir sua vida pessoal, mas sim posicionar sua autoridade com ética e sobriedade. 3. Medo de não saber o que postar Esse medo vem da falta de estratégia. Com um plano de conteúdo bem feito, você não precisa improvisar. Basta seguir uma narrativa clara e profissional. 4. Medo de parecer “marketeiro” Na advocacia, há ainda um certo preconceito com quem se comunica bem. Mas conteúdo de valor não é propaganda: é serviço público, é educação. 5. Medo de não ter tempo Presença digital não precisa ser exaustiva. Com consistência, inteligência e técnica, é possível manter um posicionamento sólido com vários conteúdos por semana em menos tempo. O que o advogado tradicional perde ao evitar o digital? Por onde começar, com segurança e sem exageros Quem resiste ao digital, entrega espaço para quem não tem sua experiência Não é sobre virar influencer. É sobre garantir que sua autoridade também seja reconhecida online. Você construiu sua reputação com estudo, ética e entrega. Agora, é hora de mostrar isso para quem está no digital, de forma estratégica e segura. Conheça a LegalHub Content Na LegalHub Content, ajudamos advogados tradicionais a ocuparem o espaço que merecem no digital — com linguagem alinhada à OAB, conteúdo de valor e posicionamento estratégico. Não é sobre aparecer por aparecer. É sobre ser encontrado por quem precisa de você.

Por que advogado que só posta frase motivacional não vende?

Entenda porque esse tipo de conteúdo não constrói autoridade e o que fazer para atrair clientes com conteúdo estratégico.por Karen Piasentim Curtidas não pagam boletos — nem enchem a agenda. Segundo o relatório “Social Media Trends 2023” da Rock Content, 83% das empresas que investem em conteúdo para redes sociais têm como principal objetivo atrair novos clientes. Mas, entre os profissionais liberais, incluindo advogados, uma prática comum tem comprometido esse resultado: o uso excessivo de frases motivacionais como principal forma de publicação. A intenção é boa: inspirar, gerar identificação, preencher o feed. Mas o problema é que isso não constrói autoridade jurídica, nem leva o público à ação. E pior: passa a impressão de que o profissional não tem conteúdo próprio, nem posicionamento definido. O problema de depender apenas da “inspiração” Advogado não é coach. Escritório de advocacia não é página de autoajuda. E, embora motivação tenha seu espaço, ela não pode ocupar o lugar da entrega de valor. Quando o conteúdo gira em torno de frases soltas como “acredite nos seus sonhos” ou “você é maior do que seus problemas”, o perfil pode até crescer em seguidores… mas não em autoridade. Como esse tipo de conteúdo prejudica sua imagem profissional E o que publicar no lugar das frases genéricas? 1. Microdicas práticas com base na sua especialidade Exemplo: “3 documentos que você precisa para abrir inventário” ou “Quando o plano de saúde pode negar exame?”. 2. Conteúdo de bastidor com contexto humano Conte como você orienta um cliente ou prepara uma audiência. Humaniza e educa. 3. Explicações curtas de termos jurídicos “Você sabe o que é tutela antecipada?” — E na sequência, uma explicação didática. 4. Mitos e verdades sobre direitos “Meu marido me traiu, vou ficar com tudo no divórcio?” Mito ou verdade? Esclareça com técnica e empatia. 5. Alertas jurídicos com tom de utilidade pública “Cuidado: Novo golpe usa dados de ações judiciais para aplicar fraude.” Isso gera valor e posiciona. Fechamento: autoridade não se constrói com frases prontas Se você quer ser lembrado como referência, precisa educar, esclarecer, se posicionar. A frase de impacto pode até chamar atenção — mas o que faz um cliente entrar em contato é a confiança no seu conhecimento. Quem só motiva, entretém. Quem orienta, converte. Conheça a LegalHub Content Na LegalHub Content, ajudamos advogados a criarem conteúdo estratégico, com técnica, criatividade e autoridade. Nada de feed genérico — aqui, cada publicação é pensada para gerar valor e atrair o cliente certo. Pare de inspirar sem direcionar. Comece a comunicar com propósito.