Advogado pode fazer ISSO na internet e a maioria não sabe

Veja quais estratégias são permitidas no marketing jurídico segundo a OAB — e aproveite oportunidades que seus concorrentes estão perdendo.
por Karen Piasentim

Enquanto uns evitam o digital por medo, outros crescem com base na regra

Muita gente ainda acha que marketing jurídico é cheio de “não pode”. E por isso, escolhe não fazer nada.

Mas o Provimento 205/2021 da OAB não foi criado para proibir. Ele existe para orientar. E quem estuda, entende e aplica, sai na frente — com segurança, estratégia e resultados reais.

Sim, há muito que pode ser feito. E neste artigo você vai ver exatamente o que é permitido, com dicas práticas que você pode começar a aplicar hoje mesmo.

5 ações 100% permitidas pela OAB que poucos advogados estão explorando (e deveriam)

1. Criar séries de vídeos educativos com linguagem acessível

Pode sim gravar vídeos! Desde que tenham caráter informativo e linguagem clara. Uma série de vídeos no Instagram ou YouTube sobre “direitos do trabalhador” ou “o que é inventário” é totalmente permitida e altamente valorizada pelo público.

Dica prática: defina um tema por semana e grave vídeos curtos (até 45 segundos) explicando conceitos. Use uma vinheta sóbria, fundo neutro e fale de forma didática, sem ‘juridiquês’.

2. Usar o Google Perfil da Empresa (antigo Google Meu Negócio)

Sim, você pode ter seu escritório no Google! Ter um perfil completo e bem alimentado com telefone, endereço, site, fotos do escritório e atualizações semanais é uma forma legítima de presença digital.

Dica prática: ative seu perfil hoje mesmo, adicione todas as informações e publique pelo menos uma atualização por semana com um post educativo.

3. Fazer lives com especialistas de outras áreas (não jurídicas)

A OAB permite colaboração interprofissional para fins informativos. Ou seja, um advogado pode fazer lives com psicólogos, médicos, engenheiros — desde que o foco seja educativo e sem viés comercial.

Dica prática: organize uma live com um psicóloga para falar sobre “direitos do paciente no plano de saúde” ou com um contador sobre “regularização do MEI”.

4. Publicar artigos e análises jurídicas em plataformas digitais

Artigos em blog ou no LinkedIn são formas inteligentes de mostrar autoridade. Textos opinativos, análises técnicas e esclarecimentos de dúvidas comuns ajudam a construir reputação.

Dica prática: transforme perguntas frequentes de clientes em artigos semanais e otimize com palavras-chave jurídicas.

5. Impulsionar conteúdo informativo (e não serviços)

A OAB permite o impulsionamento de publicações com caráter informativo. Ou seja, você pode usar o tráfego pago para distribuir um conteúdo que eduque — desde que não ofereça diretamente um serviço.

Dica prática: promova um carrossel explicando “como funciona a pensão alimentícia” ao invés de um post dizendo “entre em contato para entrar com a ação”.

Quem conhece a regra, joga melhor

Não é verdade que a OAB não deixa fazer marketing. O que ela proíbe é o marketing agressivo, mercantilizado, que transforma a advocacia em produto. Mas o marketing educativo, estratégico e bem estruturado é não só permitido — como desejável.

O que separa quem cresce de quem trava não é a proibição, é o conhecimento.

Conheça a LegalHub Content

Na LegalHub Content, transformamos as regras da OAB em estratégias de posicionamento. Sabemos como explorar todo o potencial do marketing jurídico sem ultrapassar nenhum limite ético.

Se você quer crescer com segurança, criatividade e resultado, a hora é agora. Vamos juntos?